Inventei você? – Francesca Zappia #Romance #NãoAmei #Fofo

Alex está no último ano do ensino médio e trava uma batalha diária para diferenciar realidade de ilusão. Armada com uma atitude implacável, sua máquina fotográfica, uma Bola 8 Mágica e sua única aliada ― a irmã mais nova ―, ela declara guerra contra sua esquizofrenia, determinada a permanecer sã o suficiente para entrar na faculdade. E Alex está bem otimista com suas chances, até se deparar com Miles. Será mesmo aquele garoto de olhos azuis com quem ela compartilhou um momento marcante no passado? Mas ele não tinha sido produto da sua imaginação? Antes que possa perceber, Alex está fazendo amigos, indo a festas, se apaixonando e experimentando todos os ritos de passagem tipicamente adolescentes. O problema é que ela não está preparada para ser normal.

Depois de uma sequencia de 3 livros maravilhosos, me vi na temida ressaca literária. Claro, fui em busca de indicações na minha booktuber favorita (livros e fuxicos) e me deparei mais uma vez com a indicação desse livro. Eu já o havia visto como indicação, mas ficava postergando a leitura, e bom, eu sinceramente deveria ter postergado mais. É pra mim um livro nota 3.

CLARO, o livro aborda sim um tema super especial, que é a esquizofrenia, nos faz enxergar o mundo dessas pessoas, onde não sabem o que é real e o que não é. E isso me tocou muito, eu amo romances que vão além do roteiro clichê e o roteiro desse livro é espetacular, PORÉM, infelizmente o romance não me encheu de amores.

Me vi ao longo da leitura ansiosa pro livro acabar. Achei a trama principal que envolve o diretor meio sem pé e nem cabeça, totalmente desnecessária e chata. Não me conectei de forma alguma com os personagens principais, e não senti o coração quentinho de amores.

Mas houve também seus pontos positivos, Alex tem sacadas muito legais, e a gente acaba rindo das reações dela tentando entender o que é real e o que não é. A gente também percebe como a relação dos pais pode influenciar de forma negativa ou positiva na doença das pessoas, e principalmente nos mostra que devemos entender a doença do outro e dar voz a ele. Os doentes também tem sentimentos.

Achei muito legal também o Miles, que não sabe nada sobre sentimentos, não sabe se expressar, é um fiasco em comunicação e apesar disso tudo se esforçava, gostaria que a vida dele tivesse sido um pouco mais aprofundada, gostaria de um ponto de vista dele da história, e gostaria também de um desfecho familiar melhor pra ele.

Bom….. Por fim, é uma leitura morna, não te faz sentir como se tivesse perdido seu tempo, mas também não te faz cair de amores. Da leitora inútil e com uma baita ressaca literária XOXO

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